Japão: fábricas do setor automotivo devem aumentar produção com TPP

Recente acordo de livre comércio coloca um fim às taxas de importação

fabricas automotivoApós anos de negociações entre os 12 países membros do Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), a decisão de abolir taxas de importação foi confirmada e abriu novas perspectivas para o comércio em âmbito global.

Para o Japão, a nova regra irá contribuir com a melhora da competitividade, aumento da produção nacional e crescimento da exportação de automóveis, o que deve esquentar a economia nacional e mundial.

Com a eliminação das taxas, a importação de peças japonesas por parte de países como os Estados Unidos ficará mais barata, o que deve favorecer a produção nacional, informou o jornal Sankei nesta quarta-feira.

De acordo com o presidente da Associação Japonesa de Produção Automobilística (JAMA, em inglês), Fumihiko Ike, o novo acordo de livre comércio deve gerar excelentes resultados para a produção nacional do Japão. “Não há dúvidas de que a abolição das taxas de importação irá contribuir com a expansão da exportação dos automóveis japoneses”, comentou.

A medida pode influenciar também outras nações de fora do TPP, como a União Europeia e países asiáticos que fazem negócios com o Japão. De acordo com as expectativas de autoridades da indústria automobilística japonesa, é possível que outros países optem pela redução das taxas, facilitando os serviços de importação e exportação.

O TPP engloba Austrália, Canadá, Estados Unidos, Japão, Nova Zelândia, Malásia, Singapura, Brunei, Vietnã, Chile, México e Peru. Juntas, as nações detêm 40% do poder de comércio internacional.


China

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, comemorou o acordo entre países do Pacífico fechado nos Estados Unidos na segunda-feira, que vai liberalizar o comércio em 40 por cento da economia mundial e disse que incluir a China no futuro vai aumentar sua importância estratégia.

"A Parceria Transpacífico estabelece um sistema econômico internacional livre, justo e aberto com países que compartilham dos valores básicos de liberdade, democracia, direitos humanos básicos e do Estado de direito", disse Abe em entrevista televisionada nacionalmente.

"Contribuiria muito para a segurança de nosso país e para a estabilidade regional da Ásia-Pacífico, e teria significado estratégia significativo, se a China se juntasse ao sistema no futuro."

Doze países da costa do Pacífico fecharam o mais ambicioso pacto comercial em uma geração, embora ele enfrente o ceticismo de parlamentares dos Estados Unidos, que podem votar contra o acordo.

Se aprovado, o TPP vai reduzir barreiras comerciais e determinar padrões comuns dos 12 países envolvidos.
Fonte: Alternativa com Reuters

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