Archive for the Emprego no Japao Category

Índice de desemprego no Japão cai para 3,1%, o nível mais baixo em 20 anos

Posted in Emprego no Japao, trabalho no japao with tags on 27 de novembro de 2015 by vistoconsular

Há 124 vagas disponíveis para cada 100 pessoas que procuram emprego

emprego no japaoO índice de desemprego no Japão atingiu os patamares mais baixos dos últimos 20 anos. Em outubro, a taxa ficou em 3,1% e apresentou queda de 0,3 ponto com relação ao mês anterior, informou a emissora NHK nesta sexta-feira.

Não é de hoje que o desemprego vem caindo. A quantidade de pessoas sem emprego está em queda pelo 65º mês consecutivo, enquanto que o número de novos trabalhadores bate um recorde novo a cada mês, ao menos desde dezembro do último ano.

Em números, isto significa que há 64,3 milhões de pessoas com emprego efetivo no país. Em comparação a novembro do ano passado, o aumento foi de 420 mil pessoas.

Trabalhadores de meio período (arubaito) e pessoas contratadas por empreiteiras, que não são efetivas, tiveram aumento de 170 mil e somam atualmente quase 20 milhões de empregados.

Os desempregados somam um pouco mais de dois milhões de pessoas no país. Com relação ao mesmo período do último ano, 250 mil pessoas deixaram de fazer parte deste índice.

Vagas sobrando
O Ministério dos Negócios Internos e Comunicações garantiu que o mérito das taxas baixas é devido à oferta de emprego atual ser grande. “Há muitas vagas de emprego e pouca mão de obra para suprir as necessidades do mercado, o que acreditamos estar diretamente relacionado ao baixo índice de desemprego”, comentou um representante.

No mês de outubro, foi estimado que há 124 vagas de emprego disponíveis para cada 100 pessoas que procuram por um trabalho no Japão. A disponibilidade é a mais alta desde janeiro de 2002.

Segundo informações do Ministério do Trabalho, o índice ficou em 1,82 em Tóquio (182 vagas para 100 pessoas), 1,60 em Fukui e 1,58 em Gifu. Os índices mais baixos foram de 0,87 em Kagoshima,  0,89 em Okinawa e 0,91 em Saitama.
Fonte: Alternativa

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Taxa de desemprego é de 3,6% em março no Japão

Posted in Emprego no Japao, trabalho no japao with tags on 4 de maio de 2014 by vistoconsular

O resultado ficou em linha com a previsão dos analistas.

Taxa de desemprego no JapãoO resultado ficou em linha com a previsão dos analistas no Japão e permaneceu em 3,6% em março, no menor nível desde julho de 2007.

O número de pessoas ocupadas no Japão cresceu pelo décimo quinto mês consecutivo, com um aumento de 520 mil em relação ao mesmo período do ano anterior, acelerando-se sobre a adição de 410 mil em fevereiro, revela p Market News International.

A despesa de março caiu em setores como o de educação (-7,3%) ou o de despesas de gás, luz e água (-4,3%) enquanto disparou 23,7% no de residências e 11,8% em transporte e comunicação.

A despesa das famílias é um indicador considerado chave para avaliar a tendência do consumo privado, que no Japão representa cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Fonte: IPC Digital

Índice de desemprego do Japão atinge menor nível desde 2007

Posted in Emprego no Japao, trabalho no japao, vaga no Japão with tags , on 31 de janeiro de 2014 by vistoconsular

Índice ajustado sazonalmente caiu para 3,7 por cento em dezembro, ante 4 por cento em novembro

Índice de desemprego do Japão atinge menor nível desde 2007A taxa de desemprego do Japão caiu em dezembro para a mínima de seis anos e a disponibilidade de vagas chegou ao maior nível em seis anos, mostraram dados do governo, sugerindo que um mercado de trabalho mais apertado poderá ajudar o Banco do Japão a cumprir sua meta de inflação.

O índice ajustado sazonalmente caiu para 3,7 por cento em dezembro, ante 4 por cento em novembro, de acordo com dados do Ministério do Interior e Comunicação. A expectativa do mercado era de 3,9 por cento, em média.

A relação vaga-candidato subiu para 1,03 em dezembro, ante 1,00 em novembro, superando a previsão de analistas ouvidos pela Reuters, de 1,01. A leitura representa o maior nível desde setembro de 2007, quando a relação também ficou em 1,03.

A oferta de novos empregos cresceu 2,8 por cento em dezembro na comparação ao mês anterior e 10,9 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Fonte: IPC Digital com Reuters

Vagas de emprego no Japão, trabalhe em Shizuoka-ken Tel 11 3106-2780

Posted in Emprego no Japao, Passagem para o Japão with tags on 31 de maio de 2012 by vistoconsular

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Mercado de trabalho japonês recebe 800 mil recém-formados

Posted in Emprego no Japao with tags , on 8 de abril de 2012 by vistoconsular
Neste ano, 80,5% dos universitários têm contrato para primeiro emprego antes da formatura

universidade toquio Com direito a cerimônia de boas-vindas e vestidos com suas melhores roupas, 800 mil recém-formados chegaram recentemente ao primeiro emprego no Japão, em um dia que marca a passagem da universidade para um dos mercados de trabalho mais estáveis e exigentes do mundo. Em abril, com o início do ano fiscal no Japão, jovens que concluíram a universidade são incorporados às empresas.

A maioria já sabe em que companhia iniciará sua carreira profissional, inclusive um ano antes da graduação, quando começam a apresentar suas candidaturas, receber informações da empresa e a organizar suas primeiras entrevistas. Dados do Ministério do Trabalho apontam que neste ano 80,5% dos estudantes universitários japoneses já tinham contrato para o primeiro emprego um mês antes da formatura, 3,1% a mais do que em 2011.

No ano passado, os recém-formados japoneses recebiam em média 202 mil ienes (R$ 4,5 mil) por mês, além dos dois bônus anuais que fazem parte do salário no Japão. Entre os assinaram o contrato o primeiro contrato nesta semana está Maiko Okumura, de 23 anos, que se formou em 26 de março e começou a trabalhar em um escritório de advogados no centro de Tóquio, com o qual entrou em contato no ano passado. "Os estudantes costumam começar a procurar trabalho no terceiro ano da universidade e quase todos encontraram uma oportunidade. Quem não entra para o mercado é porque optou pelo mestrado", explica à Agência Efe.

Okumura garante que fez cinco entrevistas antes de encontrar o trabalho que se adequava a seus interesses: "não queria trabalhar em uma empresa grande, preferia um lugar mais aberto, onde pudesse aprender mais. Estou muito feliz", contou.

Ao contrário de outros países, no Japão quase não se aplica o sistema de bolsas de estudos com o qual os recém-formados começam a trabalhar sem garantias de permanecer na empresa. Os formandos entram diretamente como empregados. Desde o primeiro dia útil de abril, os "kaishain" (novos empregados) iniciam um período de estágio junto a um "Senpai" (mentor) para aprender sobre o rígido sistema corporativo japonês. Em muitas companhias, os primeiros meses servem para realizar cursos destinados a entender a filosofia corporativa e saber, por exemplo, como atender ao telefone e entregar corretamente um cartão de visita, algo imprescindível no Japão.

O objetivo, tanto dos empresários quanto dos novos empregados, é que a relação profissional entre ambos perdure durante toda a vida e ofereça, em troca de sacrifício, a possibilidade de crescer até se transformar em "kakarichou" (secretário chefe), "kachou" (gerente), e inclusive "shachou" (presidente).

Trabalhar para uma empresa de prestígio é um símbolo de orgulho para a maioria dos japoneses, como um dia já foi pertencer a um clã "samurai", e muitos denominam os empregados das companhias de mais renome de "guerreiros corporativos". Para ressaltar a participação na empresa, os japoneses assalariados se apresentam dando primeiro o nome de sua companhia, ao qual vinculam ao seu próprio depois. No entanto, este conceito também está mudando: "antes a ideia era a de entrar em uma grande empresa para toda a vida, agora muitos dos meus amigos querem trabalhar alguns anos e depois fazer outra coisa ou montar sua própria empresa", detalhou Okumura.

Neste primeiro dia de trabalho é comum a realização de uma cerimônia de boas-vindas para o grupo de novos empregados (dokhi), na qual são introduzidos na estrutura da empresa e ouvem os tradicionais discursos de seus novos empregadores. "Vamos trabalhar duro, com o espírito de nunca se dar por vencidos", assinalava Akio Toyoda, presidente da Toyota, durante a apresentação para seus 1.211 novos funcionários.

Na Toyota este "batismo" empresarial contou com a presença de 300 executivos, incluindo representantes sindicais de cada uma das divisões da empresa. Apesar das dificuldades econômicas pelas quais o Japão passou em 2011, por conta do terremoto, tsunami e da crise nuclear de março, a valorização do iene e as inundações na Tailândia, o mercado de trabalho não parece ressentido em um dia que marca o início do ano fiscal japonês. O Japão é um dos países com o menor desemprego no mundo industrializado, tendo registrado em 2011 taxa média de 4,5%, abaixo dos 5% de 2010, conforme os dados oficiais.
Fonte: iG com EFE

Emprego no Japão: Hora de recomeçar para os dekasseguis

Posted in Emprego no Japao with tags on 28 de maio de 2011 by vistoconsular

Na década passada, os dekasseguis mandavam do Japão para o Brasil, anualmente, perto de US$ 2 bilhões, segundo estimativas oficiais. Em 2002, mandaram US$ 2,5 bilhões. Eram mais de 300 mil brasileiros descendentes de japoneses, que foram trabalhar na terra de seus ancestrais. Em 2008, veio a crise mundial – e a economia japonesa foi seriamente afetada. E, neste ano, a tragédia com o terremoto seguido de tsunami.

 

Com tudo isso, quem hoje quer ser dekassegui? Muita gente. Entre os que vieram desempregados pela crise, ou fugidos do cataclismo de 11 de março, há muitos planos para o retorno. Afinal, a região destruída, localizada na costa nordeste do Japão, terá de ser reconstruída. E isso vai exigir muita mão de obra.

Essa, no momento, é uma ideia não só falsa, como perigosa. Quem diz são pessoas que, há anos, lidam diretamente com os esses imigrantes. É o caso de Cori Passos, sócio da Shigoto.com, agência que há 12 anos cuida da colocação e viagem de dekasseguis. Ele disse que a reconstrução, em várias regiões, vai demorar. “Muitas cidades ficam na área contaminada pela radiação atômica”, avaliou.

Na Associação Brasileira de Dekasseguis (ABD), fundada há 14 anos em Curitiba (PR), o tom é o mesmo. Glória Takemoto Hamasaki, que lida diretamente com os interessados, pede “bom senso” aos que querem voltar agora. “Não há condições atualmente. O governo do Japão está com dificuldade em manter as pessoas, garantir comida e água.”

As perspectivas são de que a necessidade de mão de obra aumente a partir do fim do ano. O Conselho para o Planejamento da Reconstrução do Japão previu, nos últimos dias, que o trabalho dure dez anos. Além disso, os postos que eram ocupados pelos 14,5 mil mortos (e número semelhante de desaparecidos) terão que ser preenchidos.

Mas ninguém quer esperar. Cori afirmou que muitos já chegam com o passaporte dizendo ‘chega lá eu me viro’. “Mas hoje a situação está difícil”, disse. Segundo Glória, eles se queixam de que fazem jornada regular de trabalho, de oito horas, e que a hora extra desapareceu.

Há os que querem mudar de emprego. “Eu digo não, estão ganhando pouco mas é garantido. Dá para pagar o aluguel, que é caro. Um casal paga US$ 700 (cerca de R$ 1,12 mil).” Para quem quer voltar ou quem quer ir, a especialista é taxativa: “Eu não aconselho. É bom cada um ficar no seu canto, é um risco ficar se mexendo nessa hora.”

Glória salientou o problema da especialização da mão de obra. “Muitos não têm qualificação; aprenderam o trabalho lá no Japão como peões de linha de montagem de banco de veículo, por exemplo. Vão querer um posto de trabalho e não vão encontrar.”

Em último caso, o conselho dela é: “Melhor vir do que ir”. Afinal, aqui sempre se pode conseguir emprego com um parente, com ajuda de um amigo. “Lá não tem condições.”
E há outro ponto, diz Helena Sanada, do Centro de Formação e Apoio do Trabalhador no Exterior (Ciate). “Depois da crise de 2008, o Japão passou a exigir que o dekassegui saiba falar, ler e escrever, ainda que minimamente, o japonês”.

O Ciate é mantido pelo Ministério do Trabalho do Japão. Na década de 1990, quando os dekasseguis começaram a chegar, não sabiam nada sobre os costumes e as leis do país. O centro foi criado para orientar. Por mês, cerca de 150 interessados se inscreviam no curso, para aprender a língua japonesa, entre outros conhecimentos. Agora, a procura caiu a quase zero.

Novo cenário – Cori lembrou que o mercado de trabalho japonês mudou bastante. O setor de alimentação sempre esteve entre os que mais empregam. Mas, com o vazamento de radiação da usina de Fukushima e a contaminação de alimentos, as exportações de seus produtos declinaram.

Os dekasseguis que têm voltado desde a crise global de 2008 chegam com pouco dinheiro, constatou Glória, da ABD. Tradicionalmente, eles vinham depois de conseguir guardar uma boa quantia, muitas vezes suficiente para comprar uma casa. “Agora, eles vão embora insatisfeitos, por não terem alcançado seus objetivos.” Isso explica também porque muitos querem retornar.

No caso dos que chegam, a ABD procura orientar sobre as condições atuais do mercado de trabalho brasileiro. Uma das saídas indicadas pela associação é a abertura de um negócio próprio.

Japão assiste à revoada dos estrangeiros
Os estrangeiros que deixaram o Japão, depois da tragédia de 11 de março, estão sendo chamados pelos japoneses de Flyjin – os gaijins (estrangeiros) que voaram (fly). Entre eles estavam, até 8 de abril, 7.472 brasileiros.

Os números são do Departamento de Imigração do Ministério da Justiça. Antes do 11 de março, havia no Japão 254 mil brasileiros. Formavam o terceiro maior contingente de dekasseguis, depois dos chineses e coreanos. Cerca de 185 mil chineses, 106 mil coreanos e quase 40 mil americanos também se foram.

O termo Flyjin está sendo usado informalmente em redes sociais e mensagens na internet. Seria uma reação dos japoneses que se mantiveram nos postos de trabalho, enquanto os estrangeiros fugiam. Entre esses, circula na colônia uma resposta pronta. Eles dizem que, nas demissões de 2008, motivadas pela crise econômica mundial, os japoneses foram poupados. E os estrangeiros, dispensados. E aqueles não reclamaram, como fazem agora.
Fonte: Diário do Comércio por Valdir Sanches
Fotos:
Jaime Oide e Sílvia Zamboni/Folhapress

Emprego no Japão, trabalho em Akita Tel 11 3101-8193

Posted in emprego em akita-ken, Emprego no Japao, trabalho em akita, trabalho no japao, visto japones, visto para o japao with tags on 12 de fevereiro de 2011 by vistoconsular

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