Archive for the primeiro ministro do Japão Category

Abe pede novamente que as grandes empresas aumentem os salários

Posted in economia do Japão, empresas japonesas, primeiro ministro do Japão with tags , , on 7 de janeiro de 2015 by vistoconsular

shinzo-abeO primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, voltou a solicitar aos líderes empresariais japoneses que subam os salários para favorecer que a economia japonesa saia de mais de uma década de deflação, informou a agência Kyodo.

O governo decidiu, no final de 2014, baixar o imposto atual pago pelas empresas de 34,62% a 32,11% no final do ano fiscal de 2015 e a 31,33% no final do ano fiscal de 2016.

O primeiro ministro referiu que a decisão do governo de reduzir o imposto pago pelas empresas tem como objetivo possibilitar o aumento do salário pago aos trabalhadores.
Fonte: IPC Digital

Japão: auxílio infantil extra de ¥10 mil

Posted in economia do Japão, governo japonês, primeiro ministro do Japão with tags , , on 5 de dezembro de 2013 by vistoconsular

A medida faz parte do novo pacote do governo, que prevê também a criação de cerca de 250 mil empregos

Novo pacote do governo, que prevê também a criação de cerca de 250 mil empregos O gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe aprovou na quinta-feira (05) um pacote econômico de 182 bilhões de dólares para tirar a economia da deflação, mas permanecem dúvidas sobre o impacto econômico.

O pacote tem um valor total de 18,6 trilhões de ienes (182 bilhões de dólares), que é um número exagerado já que inclui empréstimos de credores apoiados ao governo e gastos de governos locais já planejados.

O cerne do pacote é de 5,5 trilhões de ienes em medidas de gastos que Abe ordenou em outubro para impulsionar a economia antes de um aumento do imposto sobre vendas em abril, e o governo não tem que vender nova dívida para financiar esse gasto.

O pacote levantou preocupações de que o governo do Japão não se afastou de medidas paliativas e decisões de política fragmentadas que alguns dizem terem afetado o crescimento de longo prazo.

"Participantes do mercado querem que o governo foque ainda mais energia em política econômica", disse Hiroshi Miyazaki, economista sênior do Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities.

"Alguns desses itens, como reconstrução do terremoto, já estavam marcados e não constituem realmente uma estratégia econômica."

As medidas aprovadas na quinta-feira vão acrescentar 1 ponto percentual ao Produto Interno Bruto e criar cerca de 250 mil empregos, de acordo com o governo.

Também prevê a distribuição única de ¥10 mil por criança para famílias que já recebem o auxílio infantil, em forma de uma ajuda extra, quando o imposto sobre consumo subir de 5 para 8 por cento em abril.

O auxílio infantil é um subsídio oferecido mensalmente às famílias de baixa renda, no valor de ¥15 mil para crianças com menos de 3 anos. Acima dessa idade, a ajuda varia de ¥10 mil para os dois primeiros filhos a ¥15 mil para o terceiro filho em diante, até o término do shoogaku. Estudantes do chuugaku recebem ¥10 mil.

O pacote aprovado inclui medidas para impulsionar a competitividade; auxiliar mulheres, jovens e os mais velhos; acelerar a reconstrução após terremoto e tsunami de março de 2011; e construir infraestrutura para a Olimpíada de Tóquio de 2020.

O tamanho total do pacote o equipara com o plano de gastos de 20 trilhões de ienes anunciado por Abe mais cedo neste ano como parte de sua campanha para dar fim a 15 anos de queda de preços e de crescimento fraco do Japão.

trabalhonojapao.com.brO valor principal que geralmente é anunciado pelo governo japonês como medidas econômicas costuma incluir gastos que já foram comprometidos, e tende a exceder bastante a quantia de novos investimentos reais do governo.

Nova emissão de dívida não será necessária já que os novos gastos serão cobertos por receitas tributárias que superaram as projeções iniciais de orçamento devido à recuperação econômica, assim como o uso de fundos não utilizados de outras contas.
Fonte: Alternativa com Reuters

Shinzo Abe vai se concentrar em tirar Japão da deflação

Posted in economia do Japão, primeiro ministro do Japão with tags on 22 de julho de 2013 by vistoconsular

O primeio-ministro chamou a vitória do Partido Liberal Democrático (PLD) de "um impulso de apoio" dos eleitores em relação a suas políticas econômicas

Shinzo Abe: o primeiro-ministro também disse que deve continuar a implementar políticas de crescimento, incluindo a redução de impostos sobre investimentos de capitalUm dia depois de seu partido conquistar uma vitória arrebatadora nas eleições da Câmara Alta do Parlamento, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse nesta segunda-feira que a principal prioridade do governo continua ser reconstruir a economia.

"Sair de 15 anos de deflação não é uma tarefa fácil – você pode até chamá-lo de um projeto histórico. É sobre isso que vamos nos concentrar", disse Abe a repórteres em uma coletiva de imprensa.

Abe chamou a vitória do Partido Liberal Democrático (PLD) de "um impulso de apoio" dos eleitores em relação a suas políticas econômicas de dinheiro fácil, gastos do governo e reformas de desregulamentação. O primeiro-ministro também disse que deve continuar a implementar políticas de crescimento, incluindo a redução de impostos sobre investimentos de capital.

"Não podemos mais culpar o Parlamento dividido ou a oposição" sobre a falta de ação do governo, disse o primeiro-ministro.

Os resultados das eleições de domingo deram ao governo o controle de ambas as câmaras do Parlamento, e, com isso, as ferramentas para desfazer impasses legislativos que têm atormentado a política japonesa nos últimos três anos.

Abe também alertou os parlamentares: "Nós vamos perder a confiança do público se voltarmos a nossa velha forma de política avessa a reforma do PLD".

Sem precisar se preocupar com as eleições nacionais por mais três anos, Abe disse que quer um debate nacional sobre a alteração da constituição e do papel das forças armadas.

"A eleição nos impediu de discutir essas questões, mas agora vamos aprofundar nossa discussão", disse Abe. Fonte: Dow Jones Newswires.
Fonte: Exame com Estadao