Arquivo para Mie

Sharp vai aumentar a produção de peças para câmeras de smartphone

Posted in Notícias, Sharp with tags , , on 30 de abril de 2017 by vistoconsular

sharp fabrica

A Sharp vai intensificar a fabricação de peças usadas em câmeras de smartphone ao aumentar a produção no Japão e adquirir um controle acionário em uma parceira vietnamita com a meta de eventualmente dobrar as vendas do segmento.

A fábrica da Sharp em Kameyama (Mie) também vai começar a produzir peças para câmeras de smartphone neste verão e o quadro de funcionários será dobrado, para 4.000. A empresa também poderá aumentar a capacidade de produção em sua fábrica do Vietnã.

Com mais flexibilidade para aumentar a produção, a empresa espera atingir a meta estabelecida pelo presidente da Sharp, Tai Jeng-wu, de dobrar as vendas de peças para câmeras dentro de 2 a 3 anos a partir dos 250 bilhões de ienes registrados no ano fiscal de 2015.

Desde sua aquisição no verão passado pela Hon Hai Precision de Taiwan, ou Foxconn, a Sharp vem colocando foco em peças para câmeras de smartphone como chave para o crescimento. De acordo com o Instituto de Pesquisa Fuji Chimera, o mercado para peças de câmera usadas em dispositivos móveis poderá crescer 26%, do ano de 2015, para 2.15 trilhões de ienes em 2019.

A Sharp aumentou sua participação na Kantatsu, uma fabricante de lentes para câmeras com sede na província de Tochigi, para 44% no final de 2016. A empresa também está considerando investir em sua outra parceira fabricante no Vietnã.
Fonte: Portal Mie com Nikkei

Exame em português tem alto índice de reprovação nos primeiros meses

Posted in Carteira de motorista no Japão, Notícias with tags , , , , , , on 26 de junho de 2012 by vistoconsular

Apesar da facilidade de poder fazer a prova em português, mais de 87% dos candidatos em Mie reprovaram

Seis províncias já vinham aplicando provas teóricas em português: Aichi, Shizuoka, Mie, Toyama, Shimane e Fukui. Em Shiga, a prova em português começou a ser aplicada na sexta-feira, dia 22. O exame pode ser feito de segunda a sexta-feira, mas o candidato deve fazer a inscrição na delegacia da cidade onde mora antes de ir ao centro de trânsito. Apesar da facilidade de poder fazer a prova em português, a quantidade de reprovados é grande como mostram os números de Mie.

De acordo com Atsuo Nakanishi, funcionário do centro de provas de Mie, desde que o exame teórico começou a ser aplicado em abril até a semana passada, 427 pessoas fizeram a prova em português, mas apenas 53 foram aprovados. Ou seja, mais de 87% dos candidatos reprovaram.

Para Nakanishi, a falta de estudo é o principal fator para o grande número de reprovação. Ele aconselha que os candidatos adquiram mais conhecimento sobre as leis de trânsito para prestar o exame. O nível de dificuldade da prova é o mesmo das versões em japonês e inglês. Manoel Santos, diretor de uma auto-escola, alega que a maioria dos japoneses, que não enfrenta a barreira do idioma, frequenta aulas práticas e teóricas.

Por isso na opinião dele, os brasileiros que querem tirar a carteira precisam conhecer as regras e leis de trânsito. “Os latinos, não só os brasileiros em si, não se adaptaram e acostumaram com o sistema japonês, acho que por causa do índice de valor, custo. É muito alto, e acaba que eles acham que vir por conta no dept. de trânsito, esse valor vai baixar”, afirma.

Apesar de gastar mais, quem tem recorrido à ajuda de empresas não se arrepende, mesmo que não tenha sido aprovado. É o caso de Nina Suzuki, que na quarta tentativa não passou por um ponto. “Mesmo assim ainda agradeço porque é uma oportunidade pra gente que não sabe bem falar o idioma, e o português ainda dá pra levar. Mas ainda acho que estudando dá pra passar”, diz.

Na primeira tentativa, Lilian Sanaie foi reprovada também por um ponto na prova de quase 100 questões. “Você conseguiria fazer a prova sem estudar? Sem estudar não conseguiria, porque tem muita pergunta que deixa a gente em dúvida”, relata.

Outro fator apontado como uma das causas da repovação é a falta de leitura e contato com o português, o que acaba dificultando a interpretação das questões. Para complicar ainda mais, a candidata alega que as palavras não têm acentos e algumas vezes não estão de acordo com a regra gramatical.
Fonte: IPC Digital com JPTV